30 março, 2014

Resenha: Anjos e Demônios - Dan Brown

Livro: Anjos e demônios
Autor: Dan Brown
Editora: Arqueiro
ISBN: 978-85-99296-39-4
Ano: 2000
Páginas: 416
Sinopse: Antes de decifrar ´O Código Da Vinci´, Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, vive sua primeira aventura em Anjos e Demônios, quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura macabra no corpo da vítima - um ambigrama que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo - é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos. A antiga sociedade ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati - um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião. Em Anjos e Demônios, Dan Brown demonstra novamente sua extraordinária habilidade de entremear suspense com fascinantes informações sobre ciência, religião e história da arte, despertando a curiosidade dos leitores para os significados ocultos deixados em monumentos e documentos históricos.


"Algumas pessoas rezam para Jesus, outras vão a Meca, outras estudam partículas subatômicas. No final, estamos todos apenas buscando a verdade, aquela que é maior do que nós mesmos." 
 Anjos e Demônios conta a estória de Robert Langdon, professor norte-americano, de uma das faculdades mais famosas do mundo. Robert, é um cara excepcional, com uma memória fotográfica incrível, ele lembra dos mínimos detalhes de tudo que vê, tudo que estuda. Simbologista, historiador, estudante de arte e de histórias antigas. Assim, chamado para desvendar um simbolo na cena de um crime, R. L, irá para a Suíça e após descobrir se tratar de um símbolo Illuminati, R.L, partirá para Roma, com Vetra, uma cientista. E lá enfrentará o perigo, a morte, e seus próprios conhecimentos.

O livro é narrado em terceira pessoa e como estilo marcante de Dan Brown, os capítulos são divididos entre dois protagonistas no qual um deles é Robert. Nessa divisão de capítulos podemos falar que há capítulos calmos, porém, são misteriosos, geralmente é a chave dos acontecimentos do livro; e, capítulos cheios de ação, onde está o perigo, o corre corre. 
Essa divisão me agradou muito mesmo, porque a cada instante você está preso ao livro e não deixa o livro [Essa é a MINHA impressão] Tirando esses detalhes as letras são agradáveis e as páginas são pardas o que traz conforto ao leitor. E o livro não é pesado, pode-se carregar para qualquer lugar.
massante. O que eu não gosto muito, por isso dei nota 4,5 é o fato de não ter quebra página ao final do capítulo. Me deixou com uma sensação de bagunça e correria. Como se quisessem que o livro terminasse rápido demais.

No que tange a história ela é maravilhosa, adorei todos as personagens. Sou super fã de Lagdon. Me apaixonei por Vetra, muito inteligente e corajosa. Gostei muito também dos Illumitanti, achei que o autor deu uma nova margem para os Illuminati que estudávamos na escola.

Acho que Dan sabe encaixar muito bem [deve ser porque ele é historiador] os contextos reais da história nos contextos fictícios. Traduz para mim uma criatividade excepcional, que eu gosto muito. Sua criatividade é similar a de Ken Follett [que também era historiador]. 

O interessante é que você participa do livro, porque conta fatos históricos que você já ouviu falar; ou seja, você não está distante da trama, e pode começar a ter suspeitas e duvidas. Por ter alguns fatos reais o livro de ensina muito, você aprende coisas novas, sobre as cidades, sobre história, e o melhor, Roma parece ser muito lindo, misterioso e incrível. [eu nunca tive vontade de conhecer Roma, depois de ler o Livro eu quero muito]
De acordo com a Bíblia, Cristo nasceu em março. Por que, então, se comemora a data no final de dezembro? (...)O dia 25 de dezembro, meus amigos, é o dia da antiga festa pagã do sol invictus, o Sol Invicto, que coincidia com o solstício de inverno. É aquela maravilhosa fase do ano em que o Sol retorna e os dias começam a ficar mais longos outra vez. (...)As religiões vitoriosas costumam adotar as festas já existentes para tornar a conversão menos chocante. Chama-se a isto de transmutação. Ajuda as pessoas a se acostumarem com a nova fé. Os devotos mantêm as mesmas datas santas, rezam nos mesmos locais sagrados, usam uma simbologia semelhante e apenas substituem o deus anterior por outro diferente. (...)Até o conceito de Cristo morrer por nossos pecados pode-se dizer que não é exclusivamente cristão: o auto-sacrifício de um rapaz para absolver os pecados de seu povo aparece nos registros das mais remotas tradições associadas a Quetzalcoatl. (...)- Quer dizer que nada no cristianismo é original? - Muito pouco em qualquer religião organizada é inteiramente original. As religiões não começam do zero. Crescem uma a partir da outra. (um trecho do livro)
É um livro que eu posso dizer super saudável para ler, te acrescenta de várias maneiras. Você reflete muito, não só como nos outros livros, mas você reflete sobre fatos importantes que acontecem no nosso dia a dia. Guerras religiosas, domínio de poder, abuso de padres. É muito difícil não se encantar e não se prender. É uma leitura ótima. E pior, você sente falta do livro quando acaba e o melhor, se sente um pouco mais culto. 
  

Bom, é isso que eu tenho para falar,
como sabem foi o terceiro livro que
eu li inteiro na vida, me apaixonei
pelo autor, por suas histórias.
Daqui a pouco tem +.






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