30 março, 2014

Resenha: O Simbolo Perdido - Dan Brown

  Oi's, gente acabei de chegar do cinema, fui ver Rio 2, é maravilhoso.
 Vamos voltar ao tema de domingo e falar um pouco mais de Dan Brown. Como eu ainda estou com virose, esse será meu ultimo post de hoje, e na terça feira falaremos sobre o livro INFERNO e ALICE NO PAIS DOS PERDIDOS. Me perdoem, mas é que eu realmente não estou me sentindo bem.

Livro: O símbolo perdido
Autor: Dan Brown
Editora: Sextante
ISBN: 9788599296554
Ano: 2009
Páginas: 496
Sinopse: Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo - a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo.Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.

  Não tem como fugir, desta vez Langdon está nas mãos dos assassinos. Nessa nova aventura Langdon terá que encontrar um tesouro escondido pelos maçons ou então seu grande amigo morrerá. Langdon junto com Katherine, irmã de seu amigo, irão a caça ao tesouro, desvendando símbolos, mistério e seus próprios conhecimentos. [é um breve resumo, porque depois da sinopse qualquer coisa levaria ao spoiler]


  Bom, essa é a terceira aventura de Langdon e eu não vou mais falar da montagem do livro. Vou explicar porque eu aumentei a nota apesar de o livro, como é tradicional, não ter quebra páginas. Eu aumentei a nota, porque acho que esse livro me encantou muito, a capa está mais requintada, talvez mais envolvida a trama, e não é vermelha como os dois primeiros livros. Acho que essa capa deixou o livro bem mais chique e mais convidativo. 

  Além da capa, a história também me empolgou muito, assim como nos dois primeiros livros. Para reparar parece que Langdon ainda vive solitário e trocando de companhias em suas aventuras. Mas na minha perspectiva não acho que ele faça isso por querer. Langdon também parece para mim que está mais esperto, mais "maduro" no que se refere ao mundo historicamente criminoso.
— Professor Langdon — disse um rapaz de cabelos encaracolados na última fileira —, se a Maçonaria não é uma sociedade secreta, nem uma empresa, nem uma religião, então o que é? — Bem, se você perguntasse isso a um maçom, ele daria a seguinte definição: a Francomaçonaria é um sistema de moralidade envolto em alegoria e ilustrado por símbolos.
— Isso me parece um eufemismo para “seita de malucos”.
— Malucos, você disse?
— É isso aí! — disse o aluno, levantando-se. — Sei muito bem o que eles fazem dentro desses
prédios secretos! Rituais esquisitos à luz de velas, com caixões, forcas e crânios cheios de vinho para
beber. Isso, sim, é maluquice!
Langdon correu os olhos pela sala.
— Alguém mais acha que isso é maluquice?
— Sim! — entoaram os alunos em coro.
Langdon deu suspiro fingido de tristeza.
— Que pena. Se isso é maluco demais para vocês, então sei que nunca vão querer entrar para a
minha seita.
Um silêncio recaiu sobre a sala. A integrante da Associação de Alunas pareceu incomodada.
— O senhor faz parte de uma seita?
Langdon assentiu com a cabeça e baixou a voz até um sussurro conspiratório.
— Não contem para ninguém, mas, no dia em que o deus-sol Rá é venerado pelos pagãos, eu me ajoelho aos pés de um antigo instrumento de tortura e consumo símbolos ritualísticos de sangue e carne.
A turma toda fez uma cara horrorizada.
Langdon deu de ombros.
— E, se algum de vocês quiser se juntar a mim, vá à capela de Harvard no domingo, ajoelhe-se
diante da cruz e faça a santa comunhão.
A sala continuou em silêncio.
Langdon deu uma piscadela.
— Abram a mente, meus amigos. Todos nós tememos aquilo que foge à nossa compreensão.

  A questão é: quem nunca quis saber mais sobre a maçonaria? Quem nunca teve curiosidade?

  Eu já tive, meus amigos têm, todo mundo que não faz parte tem. Talvez seja este o ponto que me fez empolgar mais. O livro trata de um tema que muitos possuem curiosidade.


  Também acredito que a mudança de cenário tirou a perspectiva do livro se tornar comum e Dan se tornar um autor clichê. O que ele nunca será, sua obra Infinito, demostra claramente que sua criatividade é sempre surpreendente.

   Já é clássico ter cenas calmas e agitadas. Mas esse livro, para mim, dentre os três [não vou falar do Inferno, porque talvez seja minha obra predileta],é o que Langdon está iminentemente de cara com o perigo.

  A pergunta constante ao ler este livro é até que ponto os fatos são reais ou não. Por se tratar de um assunto que muitos detêm curiosidade acabamos acreditando até na parte fictícia. Mas, se for um leitor atento você não perde a reflexão.

  Os EUA foi uma boa escolha para se tratar do tema. É realmente um país que tem na sua essência a maçonaria , podemos com o livro entender um pouco mais sobre o funcionamento e pensamento do "país".

  Continua sendo um livro ótimo para aprender coisas novas, para refletir nos acontecimentos do dia a dia, e principalmente, para entender um pouco mais sobre EUA e seu "jeito" de ser um país que tem muito poder em relação a todos os outros.  

  É apaixonante, as personagens incríveis, o rumo e o desfecho da trama muito elegante, misterioso e surpreendente. Dan realmente é muito criativo e inteligente. Sabe apostar em suas estórias, sabe interligar País, história e sua imaginação. AMEI MUITO, recomento.

Corações, por hoje é só. Estou cansada,
mole, terça estarei melhor e conver-
saremos de novo. Boa noite,
boa semana. XoXo






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