27 abril, 2014

Psicose - Robert Bloc

Oi galerinha! E ai, como foram de páscoa? Muito chocolates???
Quero falar sobre um livro que sempre foi o meu sonho ler, como foi dito no poste sobre a série Bates Motel. O livro como podemos ver acima chama-se psicose e foi escrito nos anos 60, tendo uma grade abrangência. Sim ele foi um Best- seller da sua época. E hoje é relançado pela editora Darkside.
Baseado no livro surgiu-se o filme e seriado de tv. O primeiro com o nome de Psycho e o segundo Bates Motel.
Por ter tido o livro vários momentos de edição, lançamento e relançamento vou postar para vocês a sua primeira capa e as última, inclusive a capa toda preta é a versão de luxo da editora.
Então, vamos lá conhecer um pouquinho sobre esse livro que de todas as foras surpreendeu minhas expectativas. Lembrando que eu o li no meu kobo aura hd [chegou no sábado], em formato epub, e em sua primeira edição, ou seja, linguagem dos anos 60, porém super legal..

Título: Psicose ( Psycho)
Autor: Roberth Bloch
Páginas: 134 (edição original); 240 (edição atual)
Ano: 1960; e, 2013
Editora: Dark Side (ano 2013)
ISBN: 9788566636154 (Darkside)















Sinopse: Livro que deu origem ao mais famoso filme de suspense de todos os tempos. Psicose conta a história de Marion Crane, que foge após roubar o dinheiro que foi confiado a ela depositar num banco. Ela então vai parar no Bates Motel, cujo proprietário é Norman Bates, um homem atormentado por sua mãe controladora. Belo suspense, de tirar o fôlego! (Skoob)


Resenha
Um pequeno resumo - O livro conta a estória de Norman Bates, um homem de 40 anos que idade, que sempre foi o filhinho da mamãe. Meio alucinado e totalmente estranho; Norman ainda é dependente de sua mãe e totalmente submisso a ela. Aparentemente os dois moram juntos, mas sua mãezinha é adoentada, uma psicopata, assim, idosa, para protege-la Norman evita que ela tenha contato social. Então, apesar de ser "o filhinho da mamãe" Norman é quem dirige o Bates Motel e que toma conta do sítio.
Um uma noite chuvosa, inesperadamente este homem recebe uma hospede em seu Motel; uma linda mulher, Mary, que logo desagrada sua querida mãezinha. E assim, a trama se desenvolve.

Tudo que se lê e imagina ao decorrer das páginas é aparente, é um livro magnífico. Apesar de eu tê-lo lido em uma linguagem mais antiga não se vê dificuldade em se derreter com a trama. 
Os capítulos são divididos entre as personagens que tem importância no contexto. Ora narra-se os acontecimentos de um certo elemento, ora narra-se o de Norman. Cabe lembrar, que a narrativa é em terceira pessoa, e mesmo ocorrendo a divisão dos acontecimentos nos capítulos eles se conectam. É como se estivéssemos assistindo um filme ou simplesmente uma novela.
Aborda-se no livro uma doença muito comum, e que muitas vezes estamos em contato com alguém que a tem e nem mesmo percebemos. Psicopatia. Será que conhecemos algum psicopata? Será que todos são o que imaginamos que sejam? Confiança deve ser adquirida com o tempo ou podemos simplesmente confiar em um estranho que nos oferece ajuda?
É um tema avassalador assim como o livro. Não é um terror de perder o sono. E não tenho outra palavra para resumi-lo sem que seja ESPETACULAR ou EXCELENTE. Ai fica a escolha de quem lê.
Realmente, você acaba adquirindo uma certa pena do garoto e também acaba gostando de seu jeito interessante de ser. Não que você vá concordar com suas atitudes, mas você gosta da montagem que o autor fez da personagem. De como ele construiu Norman e Norma e de como eles são dependentes um do outro e submissos ao seu próprio cérebro, seus desejos.   
O desfecho de toda obra foi melhor do que muitas que já li. Talvez o final é o que tenha me admirado e surpreendido mais.   

Eu não tenho mais como descrever o livro, as palavras me faltam e como é um livro bem pequeno desenvolver demais a resenha poderia causar algum estrago na leitura.

Espero que se interessem mesmo pela obra,
é antiga, mas muito boa.
Beijinho a todos ♥





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