21 fevereiro, 2015

Sobre Séries: Arrow – Primeira Temporada



Apesar de já ter uma postagem sobre Arrow, resolvi falar sobre a minha experiência com essa série. Tenho dificuldade em acompanhar séries pela televisão por motivos de: sempre esqueço dia e horário que elas passam. Quando Arrow estreou, não tive muita curiosidade na série. Mas ano passado resolvi dar uma chance a ela. É uma relação de amor e ódio por causa de alguns personagens e por causa disso não sai da primeira temporada. Faltam vergonhosos três episódios para eu acabar a temporada e infelizmente parece uma tortura. Estou enrolando.


É uma série muito boa, apesar do ator principal não ter cara de principal. Ele não é muito charmoso, não sei explicar. Mas sou fã do Tommy Meryn (Colin Donnel). Oliver Queen (Stephen Amell) não é muito carismático. E o personagem riquinho preso na ilha é bem cansativo e irritante por ser mimado.


A primeira temporada marca todo esse retorno de Oliver depois de cinco anos perdido em uma ilha. Ele fora dado como morto, assim como o seu pai. Tem várias cenas de flashbacks de quando ele estava preso nessa ilha e temos uma vaga noção de tudo o que ele sofreu lá. E de como veio se tornar o Arqueiro Verde. Porem a parte que me cansa são os bandidos que ele enfrenta. Gosto das cenas de ação, não é isso. Mas uma personagem em potencial me fez odiar suas aparições na série e por meu maior desespero ela volta em algum desses três últimos episódios. 
Oliver era um namorador antes do naufrágio. Namorava a linda Laurel Lance (Katie Cassidy*), mas levou a irmãzinha dela para um passeio em seu barco e o barco afundou. Com esse fato ele fez o seu maior inimigo: o Detetive Quentin Lance (Paul Blackthorne), o pai de Laurel e seu ex-sogro. E quando volta como Arqueiro se vê sozinho, coitado! Laurel está fora da jogada por motivos de: ele partiu seu coração em milhares de pedaços e talvez dê uma chance a Tommy (Colin Donnel) o melhor amigo de Oliver. Sim, essa série é uma delícia. Cheia de idas e vindas do amor. E então aparece a personagem mais odiável para mim: a outra arqueira e filha do mafioso da cidade. Ela quer se vingar do pai porque ele matou seu noivo. Porém Oliver a impede de fazer isso, mas não sem antes se envolver com a mocinha. Já começou sendo burro, porque ela era chata pra caramba. E a infeliz volta em mais alguns episódios para frente. Esse é o meu problema com a série. 





Todos os personagens são incríveis, porque gente a cidade é cheia de tramoias e parece muito uma enorme teia de aranha. Todo mundo envolvido em um podre maior do que o outro. Oliver deveria matar a cidade toda para livrá-la de todo o mal. Tem uns personagens femininos muito cativantes, incluindo Felicity (Emily Bett) e Thea Queen (Willa Holland). Essas duas me divertem. Felicity é uma técnica de informática e hacker nas horas vagas. E Thea é a típica garota mimada que se envolve em encrencas de propósito, mas as cenas com o Roy Harper (Coltan Haynes) são bem engraçadas, apesar de rápidas. É o casal que vive em pé de guerra e brigam porque os mundos são diferentes. 


É uma série que merece sua atenção, apesar de ter a arqueira insuportável. Ela some em algumas episódios e você fica empolgada com a série. Gosto muito da série e fiquei sabendo que ela melhora nas outras temporadas, mas ainda não tive coragem de assistir mais um episódio com a arqueira. 

Espero que tenham gostado dessa resenha de série. Volto em breve para falar sobre outra série que esteja acompanhando. Se quiserem me acompanhar no Orangotag, é lá que marco os episódios assistidos e as séries que eu acompanho. Vejo vocês em breve!



*Katie Cassidy sempre será Ruby – o demônio que ajuda Sam – de Supernatural. Não me conformo que Jared tenha se casado com a versão morena de Ruby.
 

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